Melhor Impossível

Texto na íntegra da coluna do filósofo Luiz Felipe Pondé, publicado na Folha de São Paulo em 31/03/2014

Você lembra do filme com Jack Nicholson chamado “Melhor É Impossível”? Há uma cena em que ele, um obsessivo-compulsivo (diríamos, um caso grave de TOC), de repente, saindo do analista, se dá conta: “E se melhor do que isso for impossível?”. Referia-se a seu quadro tenso, cheio de rituais obsessivos, mas rasgado por um esforço cotidiano de enfrentá-lo.

Pois bem, outro dia, em meio a uma aula com alunos de graduação, discutindo se é melhor ser religioso ou não, essa questão apareceu: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. Ou: “E se uma vida melhor for impossível de se conseguir?”. Que vida é essa da qual falávamos? O que pensa um jovem de 20 anos acerca do que seja qualidade de vida?

A questão se apresentou quando ouvíamos uma menina, religiosa, dizer o quanto melhor era a qualidade de vida que se tinha vivendo dentro de uma comunidade religiosa. Melhores amizades, melhor namoro, meninos mais honestos, melhores férias, melhor convívio com os pais, enfim, melhor tudo que importa, apesar de nunca ser perfeito.

Os semiletrados pensam que jovens gostam de ser “livres”.

Risadas? Jovens querem famílias estáveis, casa com segurança, futuro garantido, um grupo para dizer que é seu, códigos que os definam de forma clara e distinta, enfim, de um quadro de referências que torne o mundo significativo e seu.

Quando encontram, aderem de forma muito mais direta do que pessoas com mais de 30. Estas já começam a entrar no desgaste cético que a vida impõe a todos nós. Da louça que lavamos, do sexo meia boca que fazemos à arte que cultivamos.

Basta ver o caráter dogmático do movimento estudantil pra ver esse tipo de adesão direta e sem medo dos jovens. Às vezes temo que mais atrapalhamos os jovens do que os ajudamos com o conjunto de exigências que fazemos a eles: sejam diferentes, mudem o mundo, rompam com tudo, inventem-se. Woodstock foi um surto do qual eles já se curaram, mas nós não.

Mas, de volta a: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. O problema era: É melhor viver sem religião ou viver aceitando um código religioso claro?

E vejam: no dia a dia, os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula, menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll, assim como também quando se fala de futuros relacionamentos.
Enfim, parecem saber mais o que querem e parecem ser menos permeáveis às modinhas bobas que existem por aí.

A conclusão parece ser que uma adesão a uma vida religiosa sem exageros de contenção de comportamento nutre mais esses meninos e meninas ao redor dos 20 anos do que a parafernália de teorias que a filosofia ou as ciências humanas produziram nos últimos séculos.

É como se as religiões tradicionais (como digo sempre, se você quiser uma religião, pegue uma com mais de mil anos…) carregassem uma sabedoria mais instalada, apesar de silenciosa, com relação ao que de fato eles precisam.

E se tivermos alcançado algum limite nas utopias propostas para a modernidade? E se o surto do século 18 pra cá tiver se esgotado como fórmula e chegarmos à conclusão de que, com pequenos ajustes aqui e ali, pequenas correções de percurso (um cuidado com os recursos do meio ambiente, uma sensibilidade maior aos riscos de um materialismo extremado, maior longevidade, beijo gay na novela das nove), a vida se impõe em seu ritmo como sempre se impôs aos nossos ancestrais?

E se o velho ritmo de nascer, crescer, plantar, colher, reproduzir e morrer, com variações criadas pela Apple, for tudo o que temos? E se for justamente essa “perenidade do esforço” impermeável às modas de comportamento a realidade silenciosa da vida?

E se o Eclesiastes, livro que compõe o conjunto de quatro textos da Bíblia hebraica (que os cristãos chamam de Velho Testamento) conhecidos como Sabedoria Israelita (Provérbios, Eclesiastes, Livro de Jó e Cântico dos Cânticos), estiver certo e não existir nada de novo sob o Sol? E se tudo for, como diz o sábio bíblico, vaidade e vento que passa?

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/03/1433278-melhor-impossivel.shtml

Parabéns professores!

A palavra professor vem do verbo professar que significa declarar, reconhecer publicamente, confessar, preconizar, ter a convicção de. Ensinar.

Que missão, não é?

Ser professor é assumir um compromisso com a sociedade. Porque se existem médicos, engenheiros, jornalistas ou músicos, antes de todos eles, sempre houve um professor, uma escola.

Desejamos que cada professor alimente todos os dias o amor pela profissão, pois educação é grande parte do que uma pessoa é. E a educação não é possível sem um professor que professa.

Desejamos que o trabalho de cada professor como docente traga alegrias, realizações, amor e paz no coração. Que o trabalho seja encarado com leveza, mas com firmeza de propósitos.

Parabéns!

Dia dos Professores

Dia dos Professores

Semana da Criança – Fechamento

Itatiba, 11 de outubro de 2013

Queridos pais,

Esta semana foi realmente especial na Educativa!

Desfilamos com nossos cabelos malucos, misturamos cores primárias e cada aluno fez uma tela como recordação deste dia.

Brincamos de ovo choco, pula corda, elástico, barra manteiga, cobra cega, cabo de guerra, pega-pega, pique esconde, entre outras brincadeiras.

Aprendemos curiosidades no jogo passa ou repassa e demos asas à imaginação nas fantasias que cada aluno escolheu vir à Escola.

Como lembrança dessa semana, entregamos aos alunos hoje um presente para que eles utilizem como quiserem: porta-higiene, porta-lápis, porta-objetos.

É uma maneira carinhosa de agradecer aos alunos e aos pais também pela participação nas brincadeiras propostas pela Escola!

Valeu a pena. Brincamos e aprendemos. Convivemos e vivemos a infância!

Com carinho,

Escola Educativa

Dia das Crianças

Itatiba, 28 de setembro de 2013

Queridos pais,

Está chegando o dia das crianças, comemorado em 12 de outubro.

Pensando na programação para os alunos, refletimos sobre a relação entre infância e criança. Numa análise rápida poderíamos até dizer que são palavras sinônimas. Mas não são.

O documentário “A invenção da Infância” (disponível na internet) dirigido por Liliana Sulzbach faz uma afirmação que nos instiga a pensar: “Não basta ser criança para ter infância”. O documentário apresenta os estilos de vida das crianças no mundo atual e quanto esse modo de viver as afasta de suas infâncias.

Aproveitando o dia das crianças, amplamente difundido na sociedade, queremos propor aos pais e comunidade em geral uma ampliação do olhar, um pensar sobre a infância e como estamos tratando esse período inicial da vida, que nós consideramos tão importante.

Algumas ações foram planejadas pela Escola e queremos compartilhar com vocês! A partir de hoje estamos fixando outdoors na cidade com a frase: “Faz bem para seu filho ter infância!”. As faixas, como esta acima, ficarão expostas por 15 dias. Escolhemos a sala do Infantil III para representar todos os alunos nessa campanha. Além dos outdoors teremos um anúncio que será veiculado na Q!Revista na edição outubro/novembro. É uma homenagem aos nossos alunos neste dia das crianças e uma maneira que encontramos para valorizar a infância.

Também na semana que vem, a cada dia, enviaremos pela agenda, um texto sobre a criança e a infância. Além disso, teremos uma palestra com o Pr. Sandro, na quinta-feira, dia 03/10, na Escola, às 19h30, com o tema: “Basta ser criança para ter infância?”.

E na semana da criança, entre 7 e 11/10 faremos uma programação especial para nossos alunos, com atividades e brincadeiras para celebrar a infância!

Enviaremos pela agenda maiores informações sobre essas programações!

Esperamos que gostem e participem!

Com carinho,Escola Educativa

Cadê a infância que estava aqui?

“O ser humano não nasce pronto para a vida natural. Por isso é considerado, ao nascer, o animal mais imaturo e dependente dentre todos os animais. Apesar de nascer com pés e mãos e com todos os seus sentidos (visão, audição e tato), tal como outros animais, necessita de pelo menos oito anos de cuidados e atenção da mãe, da família ou de substitutos, para poder sobreviver, em seu meio natural. Precisará, portanto, passar por um 2º nascimento, emergindo da vida natural para imergir no mundo da cultura recebido como herança do grupo do qual faz parte.

Estudos também revelam que ser criança não significa, necessariamente, ter infância. O historiador francês, Philippe Àries, revelou em seu estudo – História Social da Criança e da Família – que o conceito de criança não está relacionado com o de infância, porque, enquanto a criança existe desde o nascimento do primeiro ser humano, a infância é uma construção social que só passou a existir nos séculos XVII e XVIII. Considerada uma das grandes idéias da Renascença. Na Idade Média as crianças tinham um papel social mínimo e eram geralmente representadas como “pequenos homens”, tanto na vestimenta quanto na participação na vida social. Tiveram que se adaptar e viver em um mundo que não era seu, nem fora feito para o seu tamanho. A própria permissão de compartilhar o mundo adulto representava, de fato, a própria ausência de direitos da criança.

A partir desses estudos, pode-se afirmar que o conceito de infância altera-se, historicamente, em função de determinantes sociais, culturais, políticos e econômicos. O seu entendimento dependerá sempre do contexto em que estiver inserido.

O que significa, então, ser criança nos dias de hoje – século XXI? Como situar a infância nesse contexto?

Nossa sociedade tem uma visão adultocêntrica da criança, isto é, uma visão redutora da criança, a criança como um – vir a ser – um ser inacabado e incompleto que precisa amadurecer e evoluir. Que precisa se educar segundo nossos próprios modelos. Foi assim que fomos apagando a infância de nossas crianças e caindo nas armadilhas culturais de nosso tempo.

Hoje o que se vê são crianças sobrecarregadas de atividades, aulas de balé, inglês, natação, futebol, computação; sem tempo para brincarem; vestindo roupas; cantando e dançando músicas de adultos (erotizadas), jogando jogos de adultos pelo prazer da competição. Estão cada vez mais cedo em contato direto com a mídia, videogames e com o computador. Será que esses fatos não nos levam ao questionamento: não estaríamos voltando à Idade Média?

Sim! Acabamos com a infância e por conta disso podemos perceber nos comportamentos das crianças os resultados: crianças hiperativas (déficit de atenção); agressivas; estressadas; com depressão; tristes e apáticas. Onde está a infância em nossa sociedade? E nas escolas? Quem é essa criança? O que é educação? A antecipação da idade para as crianças entrarem no Ensino fundamental (5 anos), com a priorização da leitura e da escrita desde o maternal com crianças de 2 anos, demonstram também a cumplicidade da escola com o fim da infância.

É triste constatar que ser criança hoje não significa ter infância e que estar em uma instituição de educação infantil não significa ter infância! Permitir que uma criança seja infantil é a melhor pré-condição para que ela se torne realmente um indivíduo pleno, e não somente parte de uma sociedade organizada. Proteger a infância, lutar pelos direitos da criança, pelo direito de ser criança, pode nos ajudar a descobrir novamente, dentro de nós, as qualidades infantis (honestidade, confiança, compaixão) trazendo-as para o mundo adulto, a fim de humanizar nossa cultura.”

Autora: Profª Drª Ângela Maria Costa

Infância roubada.

“Uma jovem mulher escreveu pedindo orientação. Ela contou que tem pouco mais de 30 anos, e o marido, quase 70. Juntos tiveram uma filha, hoje com quatro anos. Ela quer saber como preparar a garota para o luto do pai.

Uma outra tem um filho de seis anos que frequenta uma escola em que o primeiro ano do ensino fundamental é tratado de forma cuidadosa, segundo inclusive a orientação do MEC, já que as crianças ainda estão na primeira infância. Apesar de perceber o quanto o filho se desenvolve brincando na escola, ela tem uma dúvida que não a deixa em paz.

Ela pensa que, já que a partir do segundo ano os estudos terão de ser levados com mais seriedade pelo filho, talvez seria melhor a escola cobrar mais das crianças desde o primeiro ano. Por isso, fica na dúvida se não deveria colocar o filho em uma escola que já fizesse isso, mesmo sabendo que o garoto adora ir para a escola atual e que ela colabora bastante para o desenvolvimento de seu potencial.

Essas duas mulheres, que trazem questões aparentemente tão distintas, nos mostram como temos tratado as crianças pequenas.
Temos nos ocupado tanto com seu futuro que esquecemos que elas têm um presente que precisa ser vivenciado, explorado, vivido até as últimas consequências. Aliás, antes de tudo, vamos lembrar que a maneira como vivemos o presente ajuda a desenhar o traçado do futuro.

Será que, porque o destino da criança é crescer, precisamos fazer com que isso aconteça o mais rapidamente possível? Não faz o menor sentido pensar e agir assim. Seria a mesma coisa pensar que, já que vamos mesmo morrer, não faz o menor sentido viver, não é verdade?

Vamos, mais uma vez, tentar aplicar o mesmo raciocínio à vida adulta.

Um profissional sabe que, para alcançar uma meta desejada na carreira, terá de, em um futuro próximo, realizar um trabalho de alguns meses em outro país. Ele sabe também que isso acarretará um afastamento da família por esse período.

Por acaso julgaríamos sensato se ele pensasse que a maneira de amenizar esse tempo de afastamento seria começá-lo a praticar desde já, meses antes de o fato acontecer?

Claro que não. Ao contrário: se pudéssemos dar algum conselho a ele, diríamos o oposto: “Aproveite o convívio familiar o máximo que puder antes de viajar”. É ou não é verdade isso?

E por que, justamente com as crianças pequenas, praticamos a insensatez de empurrá-las em velocidade cada vez maior para um futuro que só podemos imaginar como será?

Vai ver a infância nos incomoda, porque mostra que o nosso futuro já não é tão amplo quanto gostaríamos que fosse: já vivemos parte dele.

Ou então já não lembramos mais que a maioria dos adultos chegou aonde chegou tendo vivido calmamente a sua infância, sem grandes preparações para o futuro. E isso faz com que a gente tente atropelar a infância de quem hoje é criança.

Ou será que queremos roubar a infância de nossas crianças porque não sabemos o que fazer com elas, porque elas atrapalham a nossa vida presente?

Sim: a filha da primeira leitora citada terá de, algum dia, passar pelo luto da perda do pai. Aliás, da mãe também e de muitos outros entes queridos. Em que ordem?

Não sabemos. Por que, então, começar a matar desde já o seu pai se ele está bem vivo ao lado dela?

O filho de nossa segunda leitora também terá de enfrentar maiores responsabilidades a partir do próximo ano letivo.

Então, por que não deixar que aproveite, brincando muito, o último ano da primeira parte de sua infância?

A criança deve ter o direito de ser criança enquanto pode. Deveríamos, todos, defender essa causa.”

Autora: Rosely Sayão

A criança e a infância.

“Não basta ser criança para ter infância.” Essa frase contundente está presente no documentário “A Invenção da Infância” dirigido por Liliana Sulzbach, que propõe uma reflexão sobre os estilos de vida de nossas crianças no mundo atual. É uma frase que persegue meus pensamentos, conduz o meu trabalho e que, no último sábado, me fez pensar muito.

É que no dia 24 de agosto comemorou-se o Dia da Infância. Grandes reportagens a esse respeito nos veículos de comunicação ou mesmo pequenas notas lembrando a data, por acaso apareceram? De um modo geral, pouco vimos a esse respeito. A lembrança da existência dessa data parece ter ficado restrita aos grupos que, de maneira direta ou indireta, trabalham com e/ou para crianças.

Faz sentido esse silêncio da sociedade a respeito de uma data que, aliás, não deve ser considerada comemorativa. A infância está desaparecendo e temos contribuído de modo expressivo para isso. Como temos feito isso?

Para começar a pensar, temos de considerar que ser criança é um fato biológico, mas o modo como ela vive essa etapa da vida, que vai até a adolescência, depende de múltiplos e complexos fatores, entre eles o modo social de pensar a criança. É aí que entramos.

De um modo geral, cada vez mais a criança, notadamente a que pertence à família de classe média, tem sido tratada como um ser que precisa ser preparado para o futuro. Há algumas décadas, passamos a acreditar que quanto mais precocemente a criança for engajada em situações de estudos formais, maiores as chances ela terá de êxito no futuro.

Já temos inúmeros estudos e pesquisas que comprovam que iniciar o contato com o conhecimento sistematizado mais cedo não contribui no aprendizado que deve ocorrer a partir dos sete anos. Por isso, tudo o que conseguimos ao fazer isso é deixar de ver a criança em seu presente, ou seja, a vemos muito mais como um ser que, um dia, será alguém.

Também temos deixado a criança cada vez mais tempo na escola. As três ou quatro horas iniciais se transformaram, progressivamente, em cinco, seis, oito, dez e até 12 horas de permanência no espaço escolar! Se considerarmos que ir para a escola é o trabalho da criança, elas têm trabalhado demais, à semelhança de seus pais, os adultos.

Temos entendido que o tempo de permanência na escola é uma necessidade social já que os pais têm se dedicado muito à vida profissional. Conheço profissionais que trabalham muito além da jornada e justificam o excesso como necessário para dar conta da responsabilidade profissional. E a pessoal, com os filhos, onde temos colocado tal responsabilidade?

Crianças têm se alimentado como adultos que se alimentam mal. E, como estes, têm enfrentado doenças por causa disso. Esse fato não ocorre por falta de informação dos responsáveis pelas crianças e sim pela falta de paciência e dos cuidados necessários que elas necessitam.

Ah, mas elas pedem, exigem até, as porcarias ofertadas insistentemente e disponíveis em todos os cantos. Sim, mas por isso vamos permitir que fiquem escravas de seus impulsos e que consumam como adultos?

Abordei dois pontos apenas de nossa contribuição direta para o fim da infância. Há muitos outros. Por isso, todo dia deveríamos fazer essa reflexão: queremos que nossas crianças tenham infância, ou já consideramos esse conceito obsoleto?”

Autora: Rosely Sayão

Faz bem para seu filho ter infância!

Está chegando o dia das crianças, comemorado em 12 de outubro.

Pensando na programação para os alunos, refletimos sobre a relação entre infância e criança. Numa análise rápida poderíamos até dizer que são palavras sinônimas. Mas não são.

O documentário “A invenção da Infância” (disponível na internet) dirigido por Liliana Sulzbach faz uma afirmação que nos instiga a pensar: “Não basta ser criança para ter infância”. O documentário apresenta os estilos de vida das crianças no mundo atual e quanto esse modo de viver as afasta de suas infâncias.

Aproveitando o dia das crianças, amplamente difundido na sociedade, queremos propor aos pais e comunidade em geral uma ampliação do olhar, um pensar sobre a infância e como estamos tratando esse período inicial da vida, que nós consideramos tão importante.

Algumas ações foram planejadas pela Escola e queremos compartilhar com vocês! Outdoors foram expostos na cidade. Seguem abaixo cada um deles.

Escolhemos a sala do Infantil III para representar todos os alunos nessa campanha. Além dos outdoors teremos um anúncio que será veiculado na Q!Revista na edição outubro/novembro. É uma homenagem aos nossos alunos neste dia das crianças e uma maneira que encontramos para valorizar a infância.

Também nesta semana, de segunda a sexta, enviaremos pela agenda, um texto sobre a criança e a infância. Além disso, teremos uma palestra com o Pr. Sandro, na quinta-feira, dia 03/10, na Escola, às 19h30, com o tema: “Basta ser criança para ter infância?”.

E na semana da criança, entre 7 e 11/10 faremos uma programação especial para nossos alunos, com atividades e brincadeiras para celebrar a infância!

Enviaremos pela agenda maiores informações sobre essas programações!

Esperamos que gostem e participem!

Outdoor Infantil III

Outdoor Infantil III

Outdoor Infantil III

Outdoor Infantil III

Outdoor Infantil III

Outdoor Infantil III

Outdoor Infantil III