Dia das Mães 2014

No domingo, dia 18 de maio, a Escola estava toda decorada para uma homenagem às nossas mamães!
Todos os alunos, do Maternal ao 5° ano, apresentaram músicas e poesias para celebrar essa data tão especial.

Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.

Carlos Drummond de Andrade

Páscoa 2014

Na semana da Páscoa, de 14 a 17 de abril, conversamos com os alunos sobre a Páscoa e seu significado para o povo cristão.

Foi uma semana cheia de atividades, trabalhamos com os alunos os símbolos da Páscoa na tradição cristão, como o cordeiro, o pão e o vinho.

Também, por meio de uma estória ilustrativa, contamos a história da Páscoa.

Compartilhamos algumas fotos dessa semana e também o texto “O barquinho” trabalhado com os alunos.

Era uma vez um menino chamado Toninho. Ele morava perto de um rio, e por isso, gostava muito de barcos.
Um dia sentiu uma vontade muito grande de ter o seu próprio barco, feito por suas mãos! E construiu um barco, com muito capricho!
E o menino brincava quase todos os dias, alegremente, como seu barquinho em um rio próximo à sua casa.
Um dia, quando Toninho brincava no rio, veio uma chuva e levou seu barco para longe. Ele tentou alcançar o barco, mas foi em vão.
Toninho ficou muito triste. O pai até queria fazer outro barco, mas o menino não quis. Outro barco não seria a mesma coisa.
Um dia Toninho caminhando pelas ruas da cidade viu, na vitrine de uma loja de brinquedos, um barquinho muito parecido com o seu.
Ele sentiu que aquele era o seu barco, entrou na loja e pediu ao vendedor para mostrar o barquinho e concluiu:
- Realmente esse é o meu barquinho.
O vendedor sorriu para o menino e disse:
- Esse barco é meu e se o quiser terá que pagar por ele.
Toninho tentou explicar o ocorrido para o vendedor.
Mas, o vendedor disse que para o menino ter o barco de volta, ele teria que pagar o por ele.
Toninho saiu da loja triste, pensando o que fazer para conseguir o seu barco de volta.
Conversou com o seu pai e conseguiram juntar a quantia necessária para comprar o brinquedo.
Que alegria ele sentiu quando comprou seu barco e o teve de volta!
Agora o barco era duas vezes seu.
Quanto amor Toninho sentia por seu barquinho!

Melhor Impossível

Texto na íntegra da coluna do filósofo Luiz Felipe Pondé, publicado na Folha de São Paulo em 31/03/2014

Você lembra do filme com Jack Nicholson chamado “Melhor É Impossível”? Há uma cena em que ele, um obsessivo-compulsivo (diríamos, um caso grave de TOC), de repente, saindo do analista, se dá conta: “E se melhor do que isso for impossível?”. Referia-se a seu quadro tenso, cheio de rituais obsessivos, mas rasgado por um esforço cotidiano de enfrentá-lo.

Pois bem, outro dia, em meio a uma aula com alunos de graduação, discutindo se é melhor ser religioso ou não, essa questão apareceu: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. Ou: “E se uma vida melhor for impossível de se conseguir?”. Que vida é essa da qual falávamos? O que pensa um jovem de 20 anos acerca do que seja qualidade de vida?

A questão se apresentou quando ouvíamos uma menina, religiosa, dizer o quanto melhor era a qualidade de vida que se tinha vivendo dentro de uma comunidade religiosa. Melhores amizades, melhor namoro, meninos mais honestos, melhores férias, melhor convívio com os pais, enfim, melhor tudo que importa, apesar de nunca ser perfeito.

Os semiletrados pensam que jovens gostam de ser “livres”.

Risadas? Jovens querem famílias estáveis, casa com segurança, futuro garantido, um grupo para dizer que é seu, códigos que os definam de forma clara e distinta, enfim, de um quadro de referências que torne o mundo significativo e seu.

Quando encontram, aderem de forma muito mais direta do que pessoas com mais de 30. Estas já começam a entrar no desgaste cético que a vida impõe a todos nós. Da louça que lavamos, do sexo meia boca que fazemos à arte que cultivamos.

Basta ver o caráter dogmático do movimento estudantil pra ver esse tipo de adesão direta e sem medo dos jovens. Às vezes temo que mais atrapalhamos os jovens do que os ajudamos com o conjunto de exigências que fazemos a eles: sejam diferentes, mudem o mundo, rompam com tudo, inventem-se. Woodstock foi um surto do qual eles já se curaram, mas nós não.

Mas, de volta a: “E se a vida não puder ser melhor do que isso?”. O problema era: É melhor viver sem religião ou viver aceitando um código religioso claro?

E vejam: no dia a dia, os poucos jovens religiosos que conheço no meio que frequento costumam ser melhores alunos, mais atentos ao que se fala em sala de aula, menos inseguros com relação a temas como sexo, drogas e rock and roll, assim como também quando se fala de futuros relacionamentos.
Enfim, parecem saber mais o que querem e parecem ser menos permeáveis às modinhas bobas que existem por aí.

A conclusão parece ser que uma adesão a uma vida religiosa sem exageros de contenção de comportamento nutre mais esses meninos e meninas ao redor dos 20 anos do que a parafernália de teorias que a filosofia ou as ciências humanas produziram nos últimos séculos.

É como se as religiões tradicionais (como digo sempre, se você quiser uma religião, pegue uma com mais de mil anos…) carregassem uma sabedoria mais instalada, apesar de silenciosa, com relação ao que de fato eles precisam.

E se tivermos alcançado algum limite nas utopias propostas para a modernidade? E se o surto do século 18 pra cá tiver se esgotado como fórmula e chegarmos à conclusão de que, com pequenos ajustes aqui e ali, pequenas correções de percurso (um cuidado com os recursos do meio ambiente, uma sensibilidade maior aos riscos de um materialismo extremado, maior longevidade, beijo gay na novela das nove), a vida se impõe em seu ritmo como sempre se impôs aos nossos ancestrais?

E se o velho ritmo de nascer, crescer, plantar, colher, reproduzir e morrer, com variações criadas pela Apple, for tudo o que temos? E se for justamente essa “perenidade do esforço” impermeável às modas de comportamento a realidade silenciosa da vida?

E se o Eclesiastes, livro que compõe o conjunto de quatro textos da Bíblia hebraica (que os cristãos chamam de Velho Testamento) conhecidos como Sabedoria Israelita (Provérbios, Eclesiastes, Livro de Jó e Cântico dos Cânticos), estiver certo e não existir nada de novo sob o Sol? E se tudo for, como diz o sábio bíblico, vaidade e vento que passa?

http://www1.folha.uol.com.br/colunas/luizfelipeponde/2014/03/1433278-melhor-impossivel.shtml

Parabéns professores!

A palavra professor vem do verbo professar que significa declarar, reconhecer publicamente, confessar, preconizar, ter a convicção de. Ensinar.

Que missão, não é?

Ser professor é assumir um compromisso com a sociedade. Porque se existem médicos, engenheiros, jornalistas ou músicos, antes de todos eles, sempre houve um professor, uma escola.

Desejamos que cada professor alimente todos os dias o amor pela profissão, pois educação é grande parte do que uma pessoa é. E a educação não é possível sem um professor que professa.

Desejamos que o trabalho de cada professor como docente traga alegrias, realizações, amor e paz no coração. Que o trabalho seja encarado com leveza, mas com firmeza de propósitos.

Parabéns!

Dia dos Professores

Dia dos Professores

Semana da Criança – Fechamento

Itatiba, 11 de outubro de 2013

Queridos pais,

Esta semana foi realmente especial na Educativa!

Desfilamos com nossos cabelos malucos, misturamos cores primárias e cada aluno fez uma tela como recordação deste dia.

Brincamos de ovo choco, pula corda, elástico, barra manteiga, cobra cega, cabo de guerra, pega-pega, pique esconde, entre outras brincadeiras.

Aprendemos curiosidades no jogo passa ou repassa e demos asas à imaginação nas fantasias que cada aluno escolheu vir à Escola.

Como lembrança dessa semana, entregamos aos alunos hoje um presente para que eles utilizem como quiserem: porta-higiene, porta-lápis, porta-objetos.

É uma maneira carinhosa de agradecer aos alunos e aos pais também pela participação nas brincadeiras propostas pela Escola!

Valeu a pena. Brincamos e aprendemos. Convivemos e vivemos a infância!

Com carinho,

Escola Educativa

Dia das Crianças

Itatiba, 28 de setembro de 2013

Queridos pais,

Está chegando o dia das crianças, comemorado em 12 de outubro.

Pensando na programação para os alunos, refletimos sobre a relação entre infância e criança. Numa análise rápida poderíamos até dizer que são palavras sinônimas. Mas não são.

O documentário “A invenção da Infância” (disponível na internet) dirigido por Liliana Sulzbach faz uma afirmação que nos instiga a pensar: “Não basta ser criança para ter infância”. O documentário apresenta os estilos de vida das crianças no mundo atual e quanto esse modo de viver as afasta de suas infâncias.

Aproveitando o dia das crianças, amplamente difundido na sociedade, queremos propor aos pais e comunidade em geral uma ampliação do olhar, um pensar sobre a infância e como estamos tratando esse período inicial da vida, que nós consideramos tão importante.

Algumas ações foram planejadas pela Escola e queremos compartilhar com vocês! A partir de hoje estamos fixando outdoors na cidade com a frase: “Faz bem para seu filho ter infância!”. As faixas, como esta acima, ficarão expostas por 15 dias. Escolhemos a sala do Infantil III para representar todos os alunos nessa campanha. Além dos outdoors teremos um anúncio que será veiculado na Q!Revista na edição outubro/novembro. É uma homenagem aos nossos alunos neste dia das crianças e uma maneira que encontramos para valorizar a infância.

Também na semana que vem, a cada dia, enviaremos pela agenda, um texto sobre a criança e a infância. Além disso, teremos uma palestra com o Pr. Sandro, na quinta-feira, dia 03/10, na Escola, às 19h30, com o tema: “Basta ser criança para ter infância?”.

E na semana da criança, entre 7 e 11/10 faremos uma programação especial para nossos alunos, com atividades e brincadeiras para celebrar a infância!

Enviaremos pela agenda maiores informações sobre essas programações!

Esperamos que gostem e participem!

Com carinho,Escola Educativa